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Espécies e épocas para prática de Big Game Fishing nos Açores:

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Atlantic blue marlin - Makaira Nigricans

Espadim azul / Makaire bleu de l’Atlantique / Aguja azul del Atlântico

Espadim Azul: A época normalmente é entre Julho e Outubro na altura em que as temperaturas das aguas são mais elevadas. Os Açores são famosos pelas capturas de grandes exemplares de espadim azul, sendo frequente numa época apanharem se alguns “granders” (mais de 1000LB/450Kg).

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White marlin - Tetrapturus albidus

Espadim branco / Makaire blanc / Aguja blanca

Espadim Branco: A época normalmente é entre julho e Outubro e os Açores sao conhecidos por terem grande quantidade de espadins brancos, sendo bastante frequente e normal a sua captura. De menor tamanho que o azul mas muito combativo, este é um peixe muito divertido de se apanhar dando normalmente um grande espetaculo com saltos fora de agua.

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Longbill spearfish - Tetrapturus pfluegeri

Espadim bicudo / Makaire bécune / Aguja picuda

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Swordfish - Xiphias gladius

Espadarte / Espadon / Pez espada

Spearfish e Swordfish: Aparecem na mesma altura que os restantes peixes de bico, mas normalmente em menor quantidade. O Swordfish mais conhecido como Espadarte é normalmente capturado á noite com Isca viva ou preferencialmente morta.

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Bluefin tuna - Thunnus thynnus

Rabilo / Thon rouge du norte / Atún Rojo del Norte

Atuns: A época forte do atum nos Açores é de Maio a Outubro apesar de em alguns anos se conseguir apanhar atum ao longo de todo o ano. Podemos encontrar diversas sub espécies como o Rabilho, o Galha á Ré, o Patudo ou o voador.

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Yellowfin tuna - Thunnus albacares

Galha-à-ré / Albacore / Rabil

Num bom ano de atum, podemos encontrar grandes cardumes a comer junto á superficie, podendo capturar diversos aos mesmo tempo.

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Bigeye tuna - Thunnus obesus

Patudo / Thon obése / Patudo

Atum Rabilho: O maior e mais forte de todos os atuns é frequentemente encontrado nas nossas aguas. Normalmente este encontra-se em aguas mais profundas tornando a técnica de pesca com isca viva a mais indicada para a sua captura.

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Albacore - Thunnus alalunga

Voador / Germon / Atún blanco

Atum Patudo: Presente em maior numero estes podem atingir um bom peso, sendo usual se capturar exemplares com mais de 250Lb/110Kg.

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Skipjack tuna - Katsuwonus pelamis

Bonito / Listao / Listado

Atum Voador e Galha é Ré: São capturados em menor numero quando comparado ao Patudo.

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Wahoo - Acanthocybium solandri

Cavala-da-Índia / Thazard-batard / Peto

Dourado e Wahoo: São menos comuns sendo capturados em menor numero.

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Common Dolphinfish (Dorado) - Coryphaena hippurus

Dourado / Coryphène commune / Lampuga

Tubarão Mako, Martelo e Azul são bastante comuns nas nossas aguas e frequentemente capturados.

Illustrations: © Les Gallagher - Fishpics® & IMAR-DOP, UAç

Jigging, Corrico de Costa e Pesca de Fundo nos Açores

Azores Fishing Illustrations: © Les Gallagher - Fishpics® & IMAR-DOP, UAç

Ao redor das ilhas existem excelentes bancos de pesca caracterizados por uma plataforma costeira rica em montes submarinos. Estas áreas menos profundas, de maior produtividade são ricas em diversas espécies premium de pescado, tornando estas areas excelentes para a prática de pesca de fundo bem como de jigging.

O corrico de costa também é rico em bicudas, anchovas, bonitos, serras, Cavalas entre outros.

A biodiversidade dos Açores é conhecida como sendo bastante rica. Os amantes da pesca deliram não só com a riqueza do pescado, como também com as lindas paisagens e a vida marinha. É frequente durante uma pesca ver Golfinhos de diferentes espécies, tartarugas, diversas baleias entre elas o Cachalote e o peixevoador “voando” sobre a superfície do mar.

O porque de vir pescar aos Açores, ilha de São Miguel

Os Açores, oficialmente Região Autónoma dos Açores, são um arquipélago transcontinental e um território autónomo da República Portuguesa, situado no Atlântico nordeste, na qual reúne 9 ilhas , sendo elas: Corvo, Flores, Terceira, Pico, Faial, São Jorge, Graciosa, Santa Maria e São Miguel. Esta ultima situa se mais precisamente entre 36º 44.1´Norte de Latitude e 25º 40.3´Oeste.

São Miguel é a maior das ilhas do arquipélago dos Açores e a maior de todas as ilhas integrantes do território de Portugal. Com uma superfície de 746,82 km², mede 64,7 quilómetros de comprimento e de 8 a 15 km de largura e conta com uma população de 131 609 habitantes (2001). É composta pelos concelhos de Lagoa, Nordeste, Ponta Delgada, Povoação, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo.

O clima de São Miguel é temperado oceânico. O Atlântico e a Corrente do Golfo funcionam como moderadores da temperatura, a influência do mar sobre a ilha provoca um aumento da humidade relativa do ar, esta proximidade em relação ao mar suaviza ou ameniza as temperaturas, deixando assim uma temperatura amena. A temperatura do Ar apresenta valores médios que variam entre os 13,6ºC, de mínima, e os 22ºC de máximas, durante o ano inteiro. A influência moderadora da corrente do Golfo, no entanto, torna a temperatura da água do mar bastante mais constante, apresentando temperaturas médias de 16ºC no Inverno e 20,5ºC no Verão, até sendo possível atingir picos de temperaturas máximas a rondar os 24ºC – 25ºC.

A extensa orla costeira da ilha de São Miguel associada aos ilhéus adjacentes ( ilhéu de Vila Franca, Ilhéu dos Mosteiros Ilhéu de São Roque Rosto do cão ), constituem importantes habitats de aves marinhas migradoras. Conhecem-se cerca de 46 espécies de aves nos Açores, 33 das quais nidificam regularmente na região.

Assumem particular importância algumas espécies de aves marinhas como o cagarro (Calonectris diomedea borealis), em que 65% da população mundial se reproduz nos Açores e o garajau-rosado (Sterna dougallii), em que cerca de 59% da população europeia escolhe também os Açores para nidificar.

Relativamente á pesca, na ilha de São Miguel assim como por todas as outras ilhas o mar dos Açores é caracterizado por diversos tipos de habitats desde as zonas costeiras aos flancos inclinados das ilhas, montes submarinos, cristas oceânicas, campos hidrotermais, agregações de corais e de esponjas de águas frias, canhões submarinos e a grande planície abissal. Esta diversidade de ecossistemas e habitats contribui para a grande biodiversidade de espécies que caracteriza a região. Os montes submarinos servem de pontos de agregação para migradores do oceano aberto, como atuns, tubarões, cetáceos ou tartarugas, ligando o mar profundo à superfície do mar. Nesta parte do Atlântico e sendo um ponto de passagem das correntes do golf, existe muitos chicharros , cavalas, lulas sendo estes alimento para enormes exemplares de espadim azul e espadim branco, assim como cavala da índia, dourado, rabilo, entre outras espécies de tunídeos e tubarões sendo um destino de eleição para os amantes do Big Game Fishing.

Sustentabilidade

Na Azores Fishing temos uma grande preocupação com a sustentabilidade das espécies. Pescamos de acordo com as regras da IGFA e libertamos todos os Espadins que apanhamos, expecto quando se tratam de potenciais recordes.

Temos também tamanhos mínimos para todos os tipos de peixe que capturamos nos diferentes tipos de pesca, libertando todos os que não atingem estes mesmos tamanhos mínimos. Todos os outros peixes que têm tamanho mínimo ficamos com eles para dividir com os nossos clientes, amigos e família dando a possibilidade a todos de apreciar o que de melhor temos nos nossos mares.

É importante referir que as embarcações de pesca desportiva não podem vender peixe no mercado.